Gênesis 38-40; Marcos 15
- AEM COLLEGE

- 24 de mar. de 2025
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A palavra “excruciante” deriva de “crucificação”, uma forma de morte criada pelos persas cerca de 400 antes de Cristo. A punição na cruz era dolorosa e lenta. Jesus foi pregado pelos pulsos, onde a pele não se rasgaria com facilidade. Seus pés foram pregados um sobre o outro e ao ser levantado no madeiro, seu corpo esticou mais de 10 centímetros causando uma dor aguda, excruciante. Cada tentativa de respirar piorava ainda mais o sofrimento enquanto os órgãos entraravam em colapso. Nas palavras da cruz, Jesus, totalmente inocente, não se queixou da dor, mas gritou pelo desamparo de estar totalmente separado de Deus.
Nas palavras de Cranfield: “O fardo do pecado do mundo, sua completa autoidentificação com os pecadores, envolveu não apenas um abandono sentido, mas real, por parte de seu Pai. É no grito de abandono que o horror total do pecado do homem é revelado (...) Enquanto esse abandono de Deus era totalmente real, a unidade do Pai, do Filho e do Santo Espírito permaneceu intocada.
"Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus" (2 Co 5:21).



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